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liturgia diaria,

  • Neste domingo o Evangelho nos leva a refletir três pontos interessantes para nossa fé:
    1- Envio
    2- Recomendações
    3-Acolhida

    Jesus, enviou em duplas, justamente para que um seja para o outro: apoio, incentivo, proteção e testemunho. É muito bom saber que não estamos sozinhos na missão e que tem alguém remando conosco.

    Ele orienta que seus discípulos não levem: nem sacola, nem duas túnicas e muito menos dinheiro. Sendo assim, Ele nos faz compreender que a providência é palavra chave na vida do Discípulo-Missionário. O seguidor de Jesus deve ter consciência dos votos que faz, dentre eles o voto de pobreza.

  • Fundou a Ordem dos frades Predicadores ou Dominicanos (1170 - 1221)

    Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d'Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.

    Nesse berço exemplar, o pequeno Domingos trilhou o mesmo caminho de servir a Deus. Até mesmo o seu nome foi escolhido para homenagear são Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica.

    Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Em Valência, cidade onde se diplomou, surpreendeu a todos ao vender os objetos de seu quarto, inclusive os pergaminhos caros usados nos estudos, para ter um pequeno 'fundo' e, com ele, alimentar os pobres e doentes.

    Aos 24 anos, sentindo o chamado, recebeu a ordenação sacerdotal.

  • Viúva e Fundadora da Congregação da Visitação de Santa Maria (1572-1641)

    Filha de um político bem posicionado na França, Joana recusou matrimônio com um fidalgo milionário, por ser ele protestante calvinista. Casou-se, então, com o barão de Chantal, católico fervoroso, com quem levou uma vida profundamente religiosa e feliz.

    Joana nasceu em Dijon, França, em 28 de janeiro de 1572, filha de Benigno Frèmiot, presidente do parlamento de Borgonha. Após seu casamento, foi morar no castelo de Bourbillye, e sua primeira ordem na nova casa sinalizou qual seria o estilo de vida que se viveria ali. Mandou que, diariamente, fosse rezada uma missa e que todos os servidores domésticos participassem. Ocupou-se, pessoalmente, da educação religiosa dos serviçais, ajudando-os em todas as suas necessidades materiais.

  • Sacerdote mártir (1894 - 1941)

    Maximiliano Maria Kolbe nasceu no dia 8 de janeiro de 1894, na Polônia, e foi batizado com o nome de Raimundo. Sua família era pobre, de humildes operários, mas muito rica de religiosidade. Ingressou no seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais aos 13 anos de idade, logo demonstrando sua verdadeira vocação religiosa.

    No colégio, foi um estudante brilhante e atuante. Na época, manifestou seu zelo e amor a Maria, fundando o apostolado mariano 'Milícia da Imaculada'. Concluiu os estudos em Roma, onde foi ordenado sacerdote, em 1918, e tomou o nome de Maximiliano Maria. Retornando para sua pátria, lecionou no Seminário franciscano de Cracóvia.

  • Jovem diácono romano (século III)

    Tarcísio foi um mártir da Igreja dos primeiros séculos, vítima da perseguição do imperador Valeriano, em Roma. A Igreja de Roma contava, então, com 50 sacerdotes, sete diáconos e mais ou menos 50 mil fiéis no centro da cidade imperial. Ele era um dos integrantes dessa comunidade cristã romana, quase toda dizimada pela fúria sangrenta daquele imperador.

    Tarcísio era acólito do papa Xisto II, ou seja, era coroinha na igreja, servindo ao altar nos serviços secundários, acompanhando o santo papa na celebração eucarística.

    Durante o período das perseguições, os cristãos eram presos, processados e condenados a morrer pelo martírio. Nas prisões, eles desejavam receber o conforto final da Eucaristia, mas era impossível para um sacerdote entrar. Numa das tentativas, dois diáconos, Felicíssimo e Agapito, foram identificados como cristãos e brutalmente sacrificados.

  • Peregrino e Confessor da fé (1350 - 1380)

    Roque nasceu no ano de 1295, na cidade de Montpellier, França, em uma família rica, da nobreza da região. Outros dados sobre sua vida e ascendência não são precisos. O que se sabe ao certo é que ficou órfão na adolescência, vendeu toda a herança e distribuiu o que arrecadou entre os pobres. Depois disso, viveu como peregrino andante. Percorreu a França com destino a Roma.

    Mas antes disso, Roque deparou-se com regiões infestadas pela chamada peste negra, que devastou quase todas as populações da Europa no final do século XIII e início do XIV. Era comum ver, à beira das estradas, pequenos povoados só de doentes que foram isolados do convívio das cidades para evitar o contágio.

  • Dominicano Missionário (1183 - 1257)

    Batizado com o nome de Jacko, ele nasceu em 1183, na antiga Kramien, atual Cracóvia, na Polônia. Alguns biógrafos dizem que pertencia à piedosa família Odrovaz, da pequena nobreza local. Desde cedo, aprendeu a bondade e a caridade, despertando, assim, sua vocação religiosa. Antes de ingressar na Ordem dos Predicadores de São Domingos, ele era cônego na sua cidade natal.

    Foi em Roma que conheceu Domingos de Gusmão, fundador de uma nova Ordem, a dos Padres Predicadores. Pediu seu ingresso e foi aceito na nova congregação. Depois de um breve noviciado, concluído em Bolonha, provavelmente em 1221, vestiu o hábito dominicano e tomou o nome de frei Jacinto. Na ocasião, foi o próprio são Domingos que o enviou de volta à sua pátria com um companheiro, frei Henrique da Morávia.

  • Imperatriz (Séc. III e IV)

    Flávia Júlia Helena, esse era o seu nome completo. Nasceu em meados do século III, na Bitínia, Ásia Menor. Era descendente de uma família plebeia e tornou-se uma bela jovem, inteligente e bondosa. Trabalhava numa importante hospedaria na sua cidade natal quando conheceu o tribuno Constâncio Cloro. Apaixonados, casaram-se. Mas quando o imperador Maximiano nomeou-o corregente, portanto seu sucessor, exigiu que ele abandonasse Helena e se casasse com sua enteada Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus.

  • Fundou a Congregação de Jesus e Maria e a Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor (1601 - 1680)

    João Eudes nasceu em 14 de novembro de 1601, na pequena vila de Ré, no norte da França. Era o primogênito de Isaac e Marta, que tiveram sete filhos. Cresceu num clima familiar profundamente religioso.

    Inicialmente, estudou no Colégio Real de Dumont, em Caen, dos padres jesuítas. Nos intervalos das aulas, costumava ir à capela rezar, deixando as brincadeiras para o segundo plano. Na adolescência, por sua grande devoção a Maria, secretamente consagrou-se a ela. Depois, sentindo sua vocação religiosa, foi aconselhado a terminar os estudos antes de ordenar-se sacerdote.

    Em 1623, com o consentimento dos pais, foi para Paris, onde ingressou no Oratório, sendo recebido pelo próprio fundador, o cardeal Pedro de Bérulle. Dois anos depois, recebeu sua ordenação, dedicando-se integralmente à pregação entre o povo. Pleno do carisma dos oratorianos, centrados no amor a Cristo, e de sua especial devoção a Maria, passou ao ministério de pregação entre o povo. Promoveu o culto litúrgico do Sagrado Coração. Visitou vilas e cidades de Ile de França, Bolonha, Bretanha e da sua própria região de origem, a Normandia.

  • Abade e doutor da Igreja (1090 - 1153)

    Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e de sua esposa Alícia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde tenra idade, demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto e de caráter reto e piedoso. Mas chamava a atenção pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.

    Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Na ocasião, todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convencê-los, trouxe consigo o pai, os irmãos, primos e vários amigos. Ao todo, 30 pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo, e ingressaram no Mosteiro da Ordem de Cister, recém-fundada.

  • Papa (1835 - 1914)

    'Um pobre pároco da roça', assim se definia. Seu nome de batismo era José Melquior Sarto, oriundo de família humilde e numerosa, mas de vida no seguimento de Cristo. Nasceu numa pequena aldeia de Riese, na diocese de Treviso, no norte da Itália, no dia 2 de junho de 1835. Desde cedo, José demonstrava ser muito inteligente e, por causa disso, seus pais fizeram grande esforço para que ele estudasse. Todos os dias, durante quatro anos, o menino caminhava com os pés descalços por quilômetros a fio, tendo no bolso apenas um pedaço de pão para o almoço. E, desde criança, manifestou sua vontade de ser padre.

    Quando seu pai faleceu, sua mãe, Margarida, uma camponesa corajosa e piedosa, não permitiu que ele abandonasse o caminho escolhido para auxiliar no sustento da casa.

  • Apóstolo (Século I)

    Bartolomeu, também chamado Natanael, foi um dos 12 primeiros apóstolos de Jesus. É assim descrito nos evangelhos de João, Mateus, Marcos e Lucas, e também nos Atos dos Apóstolos.

    Bartolomeu nasceu em Caná, na Galileia, uma pequena aldeia a 14 quilômetros de Nazaré. Era filho do agricultor Tholmai. No Evangelho, ele também é chamado de Natanael. Em hebraico, a palavra 'bar' que dizer 'filho' e 'tholmai' significa 'agricultor'. Por isso os historiadores são unânimes em afirmar que Bartolomeu-Natanael trata-se de uma só pessoa. Seu melhor amigo era Filipe e ambos eram viajantes. Foi o apóstolo Filipe que o apresentou ao Messias.

  • Rei da França (1214 - 1270)

    Luís IX, rei da França, nasceu no dia 25 de abril de 1215, no castelo real de Poissy. Era filho de Luís VIII e de Branca de Castela, ambos piedosos e zelosos, que o cercaram de cuidados, especialmente após a morte do primogênito. Trataram pessoalmente da sua educação e formação religiosa. Foram tão bem sucedidos, que Luís IX tornou-se um dos soberanos mais benevolentes da história, um fervoroso cristão e fiel da Igreja.

    Com a morte prematura do seu pai em 1226, a rainha, sua mãe, uma mulher caridosa, de grandes dotes morais, intelectuais e espirituais, tutelou o filho, que foi coroado rei Luís IX, pois ele era muito novo para dirigir uma Corte sozinho. Tomou as rédeas do poder e manteve o filho longe de uma vida de depravação e de pecado, tão comum das cortes. Mas Luís, já nessa idade, possuía as virtudes que o levaram à santidade — a piedade e a humildade —, e que o fizeram o modelo de 'rei católico'.

  • SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS, MARIA

    Primeira Leitura: Nm 6,22-27

    22 Falou, de novo, Javé a Moisés, nestes termos: 23 “Fala a Aarão e a seus filhos, e dize-lhes: assim abençoareis os filhos de Israel; direis: 24 ‘Que Javé te abençoe e te guarde! 25 Que Javé faça brilhar sobre ti sua Face e te agracie. 26 Que Javé te descubra sua Face e que te conceda a paz!’ 27Assim colocarão eles meu Nome sobre os filhos de Israel e eu os abençoarei”.

  • Primeira Leitura: Ex 23,20-23

    Assim diz o Senhor: 20 Vou enviar um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho e te conduza ao lugar que eu preparei. 21 Toma cuidado na sua presença, e escuta a sua voz. Não te revoltes contra ele, pois não perdoará as vossas transgressões: nele está o meu Nome! 22 Se escutares atentamente a sua voz e fizeres tudo o que eu te disser, serei inimigo dos teus inimigos, e adversário dos teus adversários. 23 E meu anjo caminhará diante de ti e te conduzirá à terra dos amorreus, dos heteus, dos fereseus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuseus, aos quais exterminarei.

  • Primeira Leitura: Is 4,2-6

    2 Naquele dia, o germe de Javé tornar-se-á adorno e glória, e o fruto do país será a honra e ornamento dos restantes de Israel. 3 Os que sobrarem em Sião e sobreviverem em Jerusalém todos serão chamados santos, todos os que são inscritos para a vida, em Jerusalém. 4 Quando o Senhor tiver lavado a sujeira das filhas de Sião e purificado Jerusalém do sangue, ao sopro do julgamento e ao sopro do incêndio, 5 Javé criará sobre toda extensão do monte Sião e sobre os que ali são convocados uma nuvem de fumaça durante o dia e, à noite, clarão de fogo ardente; pois, em cima de tudo, a glória de Javé será dossel 6e uma tenda para ensombrear de dia contra o calor, refugiar e abrigar de chuva e temporal.

  • Primeira Leitura: 1Ts 4,13-18

    13 Não queremos, irmãos, que fiqueis na ignorância a respeito dos mortos; não vos deixeis tomar pela tristeza, como os outros que não têm esperança. 14 Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também devemos crer que Deus, por meio de Jesus, levará junto com ele os que morreram. 15 Isto vos dizemos segundo a palavra do Senhor: nós, os vivos, os que ficarmos para a vinda do Senhor, não procederemos os que morreram.

  • Transfi guração do Senhor, festa

    Evangelho: Mc 9,2-10

    2 Seis dias depois, Jesus levou consigo Pedro, Tiago e João, e conduziu-os, a eles somente, a um lugar solitário, num alto monte. Transfigurou-se diante deles: 3 sua roupa tornou-se tão brilhante e alva que nenhuma lavadeira na terra conseguiria alvejar dessa maneira. 4 Apareceu-lhes Elias com Moisés, os quais se entretinham com Jesus.5 Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Rabi, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas, uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias”. 6 É que não sabia o que dizer, pois estavam aterrorizados. 7 Apareceu, então, uma nuvem que os cobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu filho bem-amado! Escutai-o!”. 8 E de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém; apenas Jesus com eles.9 Ao descer do monte, ele lhes proibiu contar o que viram, até que o Filho do homem ressuscitasse dos mortos. 10 Guardaram este segredo, mas perguntavam entre si o que significaria “ressuscitar dos mortos”.

  • Primeira Leitura: Rm 11,29-36

    Irmãos: 29 Porque os dons de Deus e a vocação são irrevogáveis. 30 Com efeito, assim como vós antes éreis rebeldes a Deus, e agora encontrastes misericórdia, graças à rebeldia deles, 31 assim também eles agora desobedeceram, graças a misericórdia que vós recebestes, para que eles também recebam agora misericórdia. 32 Porque Deus fez de todos prisioneiros da desobediência, para ter misericórdia para com todos. 33 Como são infinitas as riquezas de Deus! Como são insondáveis sua sabedoria e seu conhecimento! Como são impenetráveis os seus juízos e incompreensíveis os seus caminhos! 34 Quem pode conhecer a mente do Senhor, ou ser seu conselheiro? 35 Ou quem lhe terá dado primeiro alguma coisa, para ser pago por ele? 36 Na verdade, tudo procede dele, tudo existe por meio dele e para ele. A ele seja dada glória para sempre. Amém!

  • Primeira Leitura: Is 42,1-4.6-7

    Assim fala o Senhor: 1 Eis meu Servo que sustenho, meu eleito, preferido de minha alma. Pus sobre ele meu espírito. Ele levará o direito às nações. 2 Ele não gritará nem elevará o tom, nem fará ouvir sua voz nas ruas. 3 Ele não quebrará o caniço rachado nem apagará a chama vacilante. Ele proclamará com firmeza o direito, 4sem cansar-se nem desfalecer, até implantar a justiça na terra, pois as ilhas esperam o seu ensino.6 “Eu, Javé, chamei-te na justiça, tomei-te pela mão, formei-te e te destinei a ser a aliança do povo e a luz das nações, 7 para abrir os olhos dos cegos, para fazer sair os cativos da prisão, e da masmorra os que habitam nas trevas.

Versículo do Dia

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