sacerdote,

  • Religioso (1579 - 1639)

    Este humilde “filho de pai desconhecido”, recusado pelo pai porque de pele escura (sua mãe era uma negra do Panamá, de origem africana), representa a desforra da santidade sobre os preconceitos humanos. Mesmo sendo filho de um fidalgo espanhol, Martinho foi criado em pobreza extrema pela mãe até os 8 anos, quando o pai, arrependido de o ter abandonado, levou-o consigo, ainda que por pouco tempo, para viver no Equador. Abandonado de novo a si mesmo, recebeu todavia do pai uma magra pensão para poder pagar a mensalidade da escola. Aos 15 anos foi aceito no convento dominicano do Rosário, em Lima, mas apenas na qualidade de oblato, isto é, como terciário, ou melhor, como doméstico, visto que só teve a missão de manter limpo o convento. Martinho é de fato representado com uma vassoura. Teve ainda o encargo de cortar os cabelos dos frades e por este seu serviço prestado à comunidade Paulo VI o proclamou, em 1966, padroeiro dos barbeiros e cabeleireiros.

  • Fundou a Ordem dos frades Predicadores ou Dominicanos (1170 - 1221)

    Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d'Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.

    Nesse berço exemplar, o pequeno Domingos trilhou o mesmo caminho de servir a Deus. Até mesmo o seu nome foi escolhido para homenagear são Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica.

    Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Em Valência, cidade onde se diplomou, surpreendeu a todos ao vender os objetos de seu quarto, inclusive os pergaminhos caros usados nos estudos, para ter um pequeno 'fundo' e, com ele, alimentar os pobres e doentes.

    Aos 24 anos, sentindo o chamado, recebeu a ordenação sacerdotal.

  • Tereza Benedita da Cruz - Carmelita (1891 - 1942)

    Edith Stein nasceu na cidade de Breslau, Alemanha, no dia 12 de outubro de 1891, em uma próspera família de judeus. Aos 2 anos, ficou órfã do pai. A mãe e os irmãos mantiveram a situação financeira estável e a educaram dentro da religião judaica.

    Desde menina, Edith era brilhante nos estudos e mostrou forte determinação, caráter inabalável e muita obstinação. Na adolescência, viveu uma crise: abandonou a escola, as práticas religiosas e a crença consciente em Deus. Depois, terminou os estudos com graduação máxima, recebendo o título de doutora em fenomenologia, em 1916. A Alemanha só concedera esse título a 12 mulheres até a última metade do século XX.

    Em 1921, ela leu a autobiografia de santa Teresa d'Ávila. Tocada pela luz da fé, converteu-se e foi batizada em 1922. Mas a mãe e os irmãos nunca compreenderam ou aceitaram sua adesão ao catolicismo. A exceção foi sua irmã Rosa, que se converteu e foi batizada no seio da Igreja, após a morte da mãe, em 1936.

  • Papa e Sacerdote mártires (Século III)

    Para o mundo profano, este dia representa um instante negativo, mas os cristãos sabem que não é verdade. Tanto que este dia lembra um momento histórico muito positivo para o cristianismo, protagonizado pelo gesto humilde e solidário de Ponciano e Hipólito, papa e sacerdote, que viveram em Roma no século III.

    Tudo começou sob o governo do imperador Alexandre Severo, que, condescendente, aceitou a diversidade religiosa, não perseguiu os cristãos e permitiu que a Igreja se reorganizasse. Durante essa trégua externa, a batalha foi travada internamente, no meio do clero católico, ocasionando a primeira ruptura na Igreja de Roma, que contrapôs ao legítimo pontífice um antipapa, no caso o próprio Hipólito.

  • Apóstolo e Evangelista (Século I)

    No tempo de Jesus Cristo, na época em que a Palestina era apenas uma província romana, os impostos cobrados eram onerosos e pesavam brutalmente sobre os ombros dos judeus. A cobrança desses impostos era feita por rendeiros públicos, considerados homens cruéis, sanguessugas, verdadeiros esfoladores do povo. Um dos piores rendeiros da época era Levi, filho de Alfeu, que, mais tarde, trocaria seu nome para Mateus, o 'dom de Deus'. Um dia, depois de pregar, Jesus caminhava pelas ruas da cidade de Cafarnaum e encontrou com o cruel Levi. Olhou-o com firmeza nos olhos e disse: 'Segue-me'. Levi, imediatamente, levantou-se, abandonou seu rentável negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus.

    Acredita-se, mesmo, que tal mudança não tenha realmente ocorrido dessa forma, mas sim pelo seu próprio e espontâneo entusiasmo no Messias. Na verdade, o que se imagina é que Levi, havia algum tempo, cultivava a vontade de seguir as palavras do profeta e que aquela atitude tenha sido definitiva para colocá-lo para sempre no caminho da fé cristã.

  • Estamos celebrando neste domingo, o 18º do tempo comum, e celebramos também o mês de agosto, mês das vocações. Cada semana, rezaremos por uma vocação específica. E neste primeiro domingo, nós celebramos, festejamos e rezamos pela vocação sacerdotal.

    A vocação sacerdotal, é uma vocação configurada ao ministério e a vida profética de Jesus Cristo no que diz respeito ao anúncio da palavra, a propagação do Reino de Deus, e a revelação do Pai.

    A vocação sacerdotal, é a vocação de Jesus Cristo. E, como todas as outras vocações, tem seu valor e sua importância para a sociedade atual, para o mundo em que vivemos. Neste domingo, a temática para a nossa reflexão é "o Pão, a Eucaristia".

  • O Evangelho que rezamos neste 24º Domingo, o Evangelho de São Marcos, ele foi escrito para dizer a humanidade quem é Jesus. E hoje, nós chegamos no coração do Evangelho de São Marcos.

    Jesus vai caminhando para a região de Cesaréia de Filipe, e no caminho Jesus pede que uma pesquisa seja feita. Uma sondagem. Disse: "vocês pesquisem por aí a meu respeito, para que as pessoas digam quem sou eu". Os discípulos se espalharam, e começaram a perguntar por onde passavam: "para você quem é Jesus?" E as pessoas começavam a dizer. Quando esses discípulos retornam, fazendo este apanhado, Jesus, pergunta: "e aí, o que estão dizendo a meu respeito?" Eles dizem que Jesus é João Batista. Ora, Jesus e João Batista, viveram praticamente na mesma época, uma diferença apenas de seis meses, mas João Batista havia sido degolado na cadeia por ordem do rei Herodes. Disseram que, Jesus, era Elias, aquele profeta que desapareceu na carruagem de fogo. Mas por último disseram que, ele podia ser um profeta qualquer.

  • Queridos irmãos e irmãs, é com muita alegria que nós vivenciamos mais uma vez o mistério da fé e a escuta da palavra de Deus. Hoje, dia em que celebramos o 1º Domingo do Advento.

    A palavra "advento" significa: espera daquele que há de vir. E por isso, nós todos que professamos fé no filho de Deus, esperamos ansiosamente a vinda de Jesus Cristo. Esperamos e nos preparamos para este encontro, e por isso o tempo do advento quer despertar em nós a virtude da esperança. Nós esperamos Jesus, que vem ao nosso encontro desejando encontrar espaço em nossa vida, em nosso coração e em nossa casa.

    Imbuído, então, desta certeza, nós queremos iniciar este ano litúrgico de 2017; ano-A do ciclo litúrgico da Santa Madre Igreja, desejando fazer com quê, Cristo habite em nós e nos impulsione na direção do bem, experimentando e vivendo dias melhores de nossa vida, de nossa fé.

  • A Pedra Fundamental da Igreja de São João Batista, foi colocada no dia 5 de agosto de 1928 pelos padres da Paróquia de São Pedro. Continuou como Capela de São Pedro até 9 de Janeiro de 1963, quando foi criada a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus e São João Batista que passou para a administração dos Redentoristas. Atual Igreja é do ano de 1959, feita também pelos Padres da São Pedro.

    Em 1995 a Paróquia de São João Batista foi desmembrada da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus tornando-se assim independente. O primeiro Pároco foi o Mons. Francisco de Assis Pereira, que tomou posse no dia 25 de agosto de 1995, permanecendo na Paróquia somente até o dia 25 de Janeiro de 1996 quando tomou posse com Adm. Paroquial o Padre Robério Camilo da Silva.

    A comunidades que hoje compõem a Paróquia de São João Batista são: Igreja de Nossa Senhora do Líbano, Igreja de Santo Antônio de Pádua, Igreja do Cristo Redentor, e a Igreja Matriz de São João Batista.

    Os limites da Paróquia são os seguintes: Av. Alexandrino de Alencar, Av. Salgado Filho, Av. Romualdo Galvão, Av. Amintas Barros, Rua Jaguarari até à Av. Alexandrino de Alencar.


     

    Outras informações...
    T
    endo sido dado, anteriormente, pelo município um pequeno terreno sito à rua São José, esquina com a rua Alexandria e julgado geralmente impróprio para a construção da futura capella, ofereceu o Sr. Manoel Bezerra um pedaço de um terreno, na curva do Bonde, começando-se então, ali, os trabalhos da construção. Havendo entre a rua e a presente construção um terreno de João Alexandrino de Lima, foi aquele comprado para a capella.

    A licença da construção da capella foi dada pelo administrador diocesano no mês de julho, como consta no seguinte termo:

    Mons. Alfredo Pegado de Castro Cortez
    Protonotário Apostólico

    Atendendo ao que nos requereu o Revdo. Sr. Padre José Bissinger, vigário de Alecrim, no sentido de lhe ser concedida a necessária licença para a criação de uma capella, sob a invocação de são João Batista, no lugar “Lagoa Sêca”, da sua freguesia, depois de Havermos aprovado a planta da mesma capella, e tudo em consideração a necessidade da doação do terreno em que vai ser edificada a dita capella, por escritura, conforme o direito. Havemos por bem conceder a licença impetrada, e, quanto ao mais, servatis de jure servandis.

    Dada e passada, nesta cidade episcopal de Natal, aos 31 de julho de 1928.
    Pe. Euclides Landim, secretário interino do Bispado, a subscrever.

    Logo após a festa foram iniciados os trabalhos da pintura do interior da igreja.
    No mesmo mês de julho se formou no subúrbio de Lagoa Sêca uma comissão para começar lá a construção de uma pequena capella.

    Trechos tirado do Livro de Tombo da Paróquia de São João Batista
  • Queridos irmãos e irmãs, movidos pelo amor e impulsionados pela misericórdia de Deus, paramos para refletir a palavra que Deus nos dirige neste quinto domingo do tempo comum, em que o nosso único e suficiente salvador, Jesus Cristo, por meio de duas metáforas nos ensina a viver a vida e alicerçar a fé.

    Disse Jesus: "vós sois o sal da terra; vós sois a luz do mundo". Quais ensinamentos Jesus Cristo quis nos transmitir com as duas metáforas que utilizou?

    Logo após as bem-aventuranças, para fazer com os discípulos compreendessem e vivessem melhor o projeto de santidade que Ele apresentou, Jesus se utilizam então das duas metáforas.

    Ser sal da terra, tem dois significados para nós, cristãos. O primeiro é conservar. Nós utilizamos o sal para conservar. E o segundo é para dar sabor. Quando Jesus Cristo diz que o cristão deve ser sal da terra, Jesus está nos exortando para que conservemos o Reino de Deus, conservemos a fraternidade, conservemos a fé, conservemos o amor.

  •  Horários de Missa:  Terça-feira:06h30  |  Sexta-feira: 19h00  |  Sábado: 17h00  |  Domingo: 08h00

  • Horários de Missas
    Domingo: 08h  |  Terça-feira: 19h Sexta-feira: 06h30

     

     

  • Nesta segunda-feira (14), fiéis da Paróquia de São João Batista, reuniram-se na Igreja Matriz, em adoração a Deus, para interceder pela santificação dos sacerdotes, chamados a ser “o amor do coração de Jesus”, como ensina São João Maria Vianney.

    O Clero da Arquidiocese de Natal, se encontra em retiro, em Aparecida do Norte, São Paulo-SP, tendo início neste domingo (13), se estendendo até a próxima sexta-feira (18).

    Foto: Edson Costa
  • São João Batista nasceu milagrosamente em Aim Karim, cidade de Israel que fica a 6 quilômetros do centro de Jerusalém. Seu pai era um sacerdote do templo de Jerusalém chamado Zacarias. Sua mãe foi Santa Isabel, que era prima de Maria Mãe de Jesus. São João Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

    A importância de São João Batista

    São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. João Batista era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.

    Nascimento milagroso de São João Batista

    A mãe de João Batista, Santa Isabel, era idosa e nunca tinha engravidado. Todos a tinham como estéril. Mas, então, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias quando este prestava seu serviço de sacerdote no templo e anunciou que Isabel teria um filho e que este deveria se chamar João. Zacarias não acreditou e ficou mudo. Pouco tempo depois, Isabel engravidou como o Anjo havia dito.

    Isabel e a Ave Maria

    Nesse mesmo tempo, o anjo apareceu também a Maria e anunciou que ela seria a mãe do Salvador. Então, Maria foi visitar Isabel, pois o anjo lhe havia dito que Isabel estava grávida. Quando Maria chegou e saudou Isabel, João mexeu no ventre da mãe e Isabel fez aquela maravilhosa saudação a Maria santíssima: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! De onde me vem que a mãe do meu Senhor me visite? (Lc 1-41-43) Esta saudação de Isabel, inclusive, se tornou parte da oração da Ave Maria.

    Vida no deserto

    Quando São João Batista ficou adulto, percebeu que chegara sua hora. Então, foi morar no deserto para rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem. Vivendo uma vida extremamente difícil e com muita oração, passou a ser conhecido como profeta, homem enviado por Deus. Ele sempre anunciava a vinda do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão.

    O batismo de Jesus

    Por causa de seu carisma, algumas vezes o povo pensava que São João Batista era o Messias. Mas ele sempre dizia: Eu não sou o Cristo, eu não sou digno de desatar nem a correia de suas sandálias. (Jo. 1-27). Em outra passagem, ele disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (Jo.1-29) Quando o próprio Jesus, o verdadeiro Salvador, foi ao encontro de João Batista para ser batizado, São João disse: Eu é que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim? (Mt3-14). Mas Jesus confirmou e São João Batista batizou Jesus. Assim Jesus começou sua vida pública.

    Prisão e morte de João Batista

    Nas pregações de São João ele não poupava o rei local, Herodes Antipas, Rei fantoche de Roma na Peréia e na Galileia. João denunciava a vida adultera do rei. Herodes tinha se unido a Herodíades, sua cunhada. São João Batista denunciava também a vida desregrada de Herodes em seu governo.

    São Marcos em seu evangelho narra que Salomé, filha de Herodíades, dançou para Herodes. O rei ficou deslumbrado com ela e disse que daria tudo o que lhe pedisse. Então Salomé fala com sua mãe e pede a cabeça de São João Batista numa bandeja. Herodes, triste, fez como havia prometido diante dos convivas. (Mar 6.14-29)

    Devoção a São João Batista

    São João Batista é o primeiro mártir da Igreja, e o último dos profetas. Sua festa é celebrada desde o começo da igreja, no dia 24 de junho. Ele é venerado como profeta, santo, mártir, precursor do Messias e arauto da verdade, custe o que custar. Sua representação é mostrada batizando Jesus e segurando um bastão em forma de cruz.

    Oração a São João Batista

    "São João Batista, voz que clama no deserto, endireitai os caminhos do Senhor, fazei penitência, porque no meio de vós esta quem não conheceis, e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias. Ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas, para que eu me torne digno do perdão  daquele que vós anunciaste com estas palavras: Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo. São João Batista rogai por nós. Amém."

     

    HINO A SÃO JOÃO BATISTA

     

  • Queridos irmãos e irmãs paroquianos e paroquianas da nossa tão querida Paróquia de São João Batista. Estimados irmãos e irmãs internautas, servos e servas de Jesus Cristo na Igreja e na missão. É com muita alegria que nós paramos mais uma vez para refletir a palavra de Deus, que será sempre luz na nossa caminhada, impulso na nossa missão, e força na nossa vida. Desta vez, para refletir a liturgia na qual celebramos a Solenidade de todos os Santos, que trouxe para nós o Evangelho das bem-aventuranças.

    Creio que, em três pontos nós podemos resumir aquilo que sinaliza a liturgia desta solenidade:
    No primeiro ponto, o que significa ser santo; no segundo ponto, onde vive o santo; e no terceiro ponto, qual a receita para alcançar a Santidade.

  • José Marcelo Cezarino Cruz, nasceu no dia 08 de outubro no ano de 1980, em Santo Antônio-RN, no Hospital Maternidade Rodopiano de Azevedo. Tendo como pai, o Sr. José Cezarino Cruz e mãe a Sra. Maria de Fátima Paulino da Cruz, sendo seus avôs paternos: Abdias Cezarino Cruz e Rita Vitelbino da Cruz, e maternos: Manoel Olavo Paulino e Maria José Olavo Paulino. Foi batizado no dia 25 de Janeiro do ano seguinte em Lagoa D`Anta- RN, na Igreja de Santa Terezinha. Tendo como padrinhos o Sr. Jorge Pereira de Brito e a Sra. Rita de Brito e como madrinha de apresentação a jovem Lúcia. A santa Missa foi presidida pelo Pe. Matias Patrício de Macedo, pároco da paróquia Imaculada Conceição - Nova Cruz-RN. No dia 27 de setembro de 1995 recebeu o Corpo de Cristo pela primeira vez, pelas mãos do Reverendíssimo Sr. Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior e foi crismado no dia 27 de outubro de 1997 em Nova Cruz-RN, por ocasião da visita pastoral, a cerimônia foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Heitor de Araújo Sales.

Versículo do Dia

Informações


+ Rua São João, 1363, Lagoa Seca, Natal/RN.

+ Tel.: (84) 3615-2871

+ pascom@paroquiasaojoaonatal.org.br

+ Pároco: Pe. Marcelo C. Cruz

+ Secretaria: 08h às 11h | 13h30 às 17h30

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