salvacao,

  • Fundou a Cong. das Missionárias da Caridade (1910 - 1997)

    Agnes Gouxha Bojaxhiu, madre Teresa de Calcutá, nasceu no dia 27 de agosto de 1910, em Skopje, Iugoslávia. Seus pais, os albaneses Nicolau e Rosa, tiveram três filhos. Na época escolar, Agnes tornou-se membro de uma associação católica para crianças, a Congregação Mariana, onde cresceu em ambiente cristão. Aos 12 anos, já estava convencida de sua vocação religiosa, atraída pela obra dos missionários.

    Agnes pediu para ingressar na Congregação das Irmãs de Loreto, que trabalhavam como missionárias em sua região. Logo foi encaminhada para a Abadia de Loreto, na Irlanda, onde aprenderia o inglês e depois seria enviada à Índia, a fim de iniciar seu noviciado. Feitos os votos, adotou o nome Teresa, em homenagem à carmelita francesa, Teresa de Lisieux, padroeira dos missionários.

  • Virgem e mártir (Século III)

    Regina ou Reine, seu nome no idioma natal, viveu no século III, em Alise, antiga Gália, França. Seu nascimento foi marcado por uma tragédia familiar, especialmente para ela, porque sua mãe morreu durante o parto. Por essa razão, a criança precisou de uma ama de leite, no caso uma cristã. Foi ela que a inspirou nos caminhos da verdadeira fé e da virtude. Na adolescência, a própria Regina pediu para ser batizada no cristianismo, embora o ambiente em sua casa fosse pagão.

    A cada dia, tornava-se mais piedosa e tinha a convicção de que queria ser esposa de Cristo. Nunca aceitava o cortejo dos rapazes que queriam desposá-la, tanto por sua beleza física como por suas virtudes e atitudes, que sempre eram exemplares. Ela simplesmente se afastava de todos, preferindo passar a maior parte do seu tempo reclusa em seu quarto, em oração e penitência.

  • Religioso (1245 - 1305)

    A prodigiosa notícia que temos de são Nicolau de Tolentino diz que, 40 anos após sua morte, seu corpo foi encontrado ainda em total estado de conservação. Na ocasião, durante os exames, começou a jorrar sangue dos seus braços, para o espanto de todos. Mesmo depois de muitos anos, os ferimentos sangravam de tempos em tempos. Esse milagre a ele atribuído fez crescer sua fama de santidade por toda a Europa e propagou-se por todo o mundo católico.

  • Sacerdote Vicentino (1802 - 1840)

    João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Mongesty, na diocese de Cahors, França, numa família de agricultores, numerosa e profundamente cristã. Foi o primeiro dos oito filhos do casal, sendo educado para seguir a profissão do pai.

    Mas o menino era muito piedoso, demonstrando, desde a infância, sua vocação religiosa. Assim, aos 14 anos, junto com dois de seus irmãos, Luís e Tiago, decidiu seguir o exemplo do seu tio Jacques Perboyre, que era sacerdote. Ingressou na Congregação da missão fundada por são Vicente de Paulo para tornar-se um padre vicentino ou lazarista, como também são chamados os sacerdotes dessa Ordem. Depois, também, duas de suas irmãs ingressaram na Congregação das Filhas da Caridade. Uma outra irmã, logo após entrar para as carmelitas, adoeceu e morreu.

  • O Pobre de Anderlecht (Séculos X e XI)

    Nascido em Brabante, Bélgica, Guido de Anderlecht viveu entre os séculos X e XI. Desde a infância, já demonstrava seu desapego pelos bens terrenos, tanto que, na juventude, distribuiu aos pobres tudo o que possuía e ganhava. Na ânsia de viver uma vida ascética, Guido abandonou a casa dos pais, que eram bondosos cristãos camponeses, e foi ser sacristão do vigário de Laken, perto de Bruxelas, pois assim poderia ser mais útil às pessoas carentes e também dedicar-se às orações e à penitência.

  • Bispo e doutor da Igreja (347-407)

    João Crisóstomo foi um grande orador do seu tempo. Todos os escritos dizem que multidões se juntavam ao redor do púlpito onde estivesse discursando. Tinha o dom da oratória e muita cultura, uma soma muito valiosa para a pregação do cristianismo.

    João nasceu no ano 347, em Antioquia, na Síria, Ásia Menor, procedente de família muito rica, considerada pela sociedade e pelo Estado. Seu pai era comandante de tropas imperiais no Oriente, um cargo que cedo causou sua morte. Mas a sua mãe, Antusa, piedosa e caridosa, agora santa, providenciou para o filho ser educado pelos maiores mestres do seu tempo, tanto científicos quanto religiosos, não prejudicando sua formação.

    O menino, desde pequeno, já demonstrava a vocação religiosa, grande inteligência e dons especiais. Só não se tornou eremita no deserto por insistência da mãe. Mas, depois que ela morreu, já conhecido pela sabedoria, prudência e pela oratória eloquente, foi viver na companhia de um monge no deserto durante quatro anos. Passou mais dois retirado numa gruta sozinho, estudando as Sagradas Escrituras e, então, considerou-se pronto. Voltou para Antioquia e ordenou-se sacerdote.

  • Fundou a Congregação dos Pios Operários (1852-1929)

    Anton, para nós Antonio, nasceu na humilde e cristã família Schwartz, no dia 28 de fevereiro de 1852, em Baden, Áustria, quarto de 13 filhos. Seu pai era um simples operário, sem profissão definida, enquanto sua mãe cuidava da casa e dos filhos, que estudavam na escola paroquial daquela cidade.

    Aos 15 anos, ficou órfão de pai, vivendo uma grave crise pessoal, que durou dois anos. Em 1869, recuperado, foi estudar na escola popular gratuita dos padres piaristas. Lá, conheceu a obra do fundador, são José Calazans, tornando-se um devoto extremado.

  • Sacerdote (1390 - 1473)

    Considerado um dos santos mais representativos e queridos da heróica Polônia, são João Câncio é chamado, pelo povo, de a 'glória da nação polonesa' e o 'pai da pátria'. Isso num país que sempre teve orgulho de sua fé no cristianismo e da fidelidade à cátedra de Pedro.

    João Câncio nasceu em 23 de junho de 1390, no povoado de Kenty, e viveu sempre em sua cidade, Cracóvia. Lá, conquistou todos os graus acadêmicos e lecionou em sua principal universidade até morrer. A grande preocupação de seu magistério era transmitir aos alunos os conhecimentos 'não à luz de uma ciência fria e anônima, mas como irradiação da ciência suprema que tem sua fonte em Deus'.

    Mesmo depois de ordenar-se sacerdote, continuou a cultivar a ciência, ao mesmo tempo que fazia seu trabalho pastoral como vigário da paróquia de Olkusz. Homem de profunda vida interior, jejuava e penitenciava-se semanalmente, ao mesmo tempo que espalhava o amor pelo próximo entre os estudantes e os pobres da cidade.

  • Protomártir (+35)

    O primeiro mártir cristão aparece nos Atos dos Apóstolos por ocasião de uma desavença, talvez a primeira, surgida na comunidade cristã de Jerusalém depois da Ascensão de Jesus: '[...] surgiram murmurações dos helenistas contra os hebreus. Isto porque, diziam aqueles, suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária'.

    A primeira comunidade cristã, para viver integralmente o preceito da caridade fraterna, pusera à disposição das pessoas todos os bens, distribuindo diariamente o suficiente para o sustento. Tal incumbência foi confiada a sete ministros da caridade, chamados diáconos, escolhidos entre homens dignos, 'de boa reputação, repletos do Espírito e de sabedoria'.

    Entre estes sete destacava-se Estêvão, 'homem cheio de fé e do Espírito Santo', o qual não se limitava à caridade material, mas desempenhava um verdadeiro e próprio apostolado da palavra. E o fazia com tanto zelo e sucesso que os judeus 'chegando de improviso, arrebataram-no e o levaram à presença do Sinédrio. Aí apresentaram testemunhas falsas que depuseram: Este homem não cessa de falar contra este lugar santo e contra a Lei. Pois ouvimo-lo dizer repetidamente que esse Jesus, o Nazareu, destruíra este Lugar e modificará os costumes que Moisés nos transmitiu'. Era a mesma acusação levantada contra Jesus dois anos antes.

  • Viúva (332 - 387)

    Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 332, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com frequência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer.

    Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas.

  • Apóstolo e evangelista (+100)

    João - 'o discípulo que Jesus amava' e ao qual confiou sua mãe do alto da cruz - era galileu, filho de Zebedeu e irmão de são Tiago Maior. Pescador de profissão, oriundo de Betsaida, como os outros dos célebres pescadores, Pedro e André.

    É provável que, por sua qualificação de pescador, o Sinédrio - depois da Ascensão de nosso Senhor - o tenha considerado 'homem iletrado e sem posição social', mas quem lê o quarto evangelho dá-se conta da audácia do pensamento de João, que os cristãos chamavam 'o Teólogo' por autonomásia. Mais inclinado à contemplação que à ação, é o protótipo das almas consagradas.

    Está entre os íntimos de Jesus, mais próximo do Mestre nos momentos solenes, como na Última Ceia; está junto a Jesus moribundo na cruz e recolhe suas últimas palavras. À diferença dos outros apóstolos, João não era casado e manteve tal estado na sua longa existência consumida a serviço do Evangelho.

  • Bispo (século XVII)

    Rugero nasceu entre 1060 e 1070, na célebre e antiga cidade italiana de Cane. O seu nome, de origem normanda, sugere que seja essa a sua origem. Além dessas poucas referências imprecisas, nada mais se sabe sobre sua vida na infância e juventude. Mas ele era respeitado, pelos habitantes da cidade, como um homem trabalhador, bom, caridoso e muito penitente. Quando o bispo de Cane morreu, os fiéis quiseram que Rugero ficasse no seu lugar de pastor. E foi o que aconteceu: aos trinta anos de idade, ele foi consagrado bispo de Cane.

    No século II, essa cidade havia sido destruída pelo imperador Aníbal, quando expulsou o exército romano. Depois, ela retomou sua importância no período medieval, sendo até mesmo uma sede episcopal. No século XI, mais precisamente em 1083, por causa da rivalidade entre o conde de Cane e o duque de Puglia, localidade vizinha, a cidade ficou novamente em ruínas.

Versículo do Dia

Informações


+ Rua São João, 1363, Lagoa Seca, Natal/RN.

+ Tel.: (84) 3615-2871

+ pascom@paroquiasaojoaonatal.org.br

+ Pároco: Pe. Marcelo C. Cruz

+ Secretaria: 08h às 11h | 13h30 às 17h30

Link's Úteis

Arquidiocese de Natal CNBB Vaticano
 Biblia Catolica Radios Net  Radio Sao Joao

 

!-- Piwik -->