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1º Domingo da Quaresma

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No primeiro domingo da Quaresma – nos três anos do ciclo litúrgico – o Evangelho narra as tentações de Jesus. Sim, Jesus também foi tentado em sua vida, como qualquer ser humano. Porém, repleto do Espírito e fortalecido pela Palavra, soube enfrentá-las e não caiu na armadilha do Diabo – aquele que procura dividir as pessoas e atrapalhar o projeto de Jesus. Os quarenta dias no deserto lembram os quarenta anos do povo hebreu caminhando – igualmente no deserto – em busca da terra prometida. Nessa travessia, o povo de Deus também teve desânimos e tentações de voltar atrás, mas, animado por Moisés e outras lideranças, conseguiu chegar ao objetivo: terra e liberdade. As três tentações que Jesus enfrenta resumem as tentações que ele teve ao longo de toda a vida. Também nós podemos ser tentados a abandonar o projeto de Jesus e assumir a ideologia do “Diabo”. Talvez estas sejam as grandes tentações da atual humanidade: a busca e concentração do poder, quando deveria ser democratizado e se transformar em serviço; a concentração da riqueza, quando deveria ser partilhada em favor da vida de todos. A concentração da riqueza e do poder favorece o acúmulo e o consumismo desenfreados. Uma sociedade que cultiva o consumismo e a satisfação egoísta não gera solidariedade; ao contrário, promove a violência.

Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp

Fraternidade e políticas públicas

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Jesus, em seu ministério, tinha em primeiro lugar os pobres e sofredores: “Ele sempre se mostrou cheio de misericórdia pelos pequenos e pobres, pelos doentes e pecadores, colocando-se ao lado dos perseguidos e marginalizados” (Prefácio da Oração Eucarística VI-D). Nisso consiste a prioridade do ministério pastoral do Nazareno. Daí ter de enfrentar, por diversas vezes, perseguições por parte da elite do seu tempo.

Ainda hoje, mesmo entre os que participam das pastorais, há certas controvérsias quanto ao entendimento dessa opção fundamental de Jesus. Há quem pense que uma concepção assim causaria revanche e divisões no seio da Igreja, opondo ricos e pobres. Há até quem acuse certos membros da Igreja de comunistas, de partidários e tantos outros adjetivos, o que em nada contribui para o anúncio da boa notícia.

Os jovens, a fé e o discernimento vocacional

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Prezadas irmãs, prezados irmãos, graça e paz!

O papa Francisco, perguntado no livro Deus é jovem sobre o que seria a juventude, assim reponde: “A juventude não existe. Quando falamos de juventude, muitas vezes nos referimos inconscientemente ao mito da juventude. Porém, gosto de pensar que a juventude não existe e quem existe em seu lugar são os jovens”. O papa retira de cena aquilo que é discurso genérico e, como é próprio dele, toca a vida na sua dimensão mais concreta – nesse caso, a vida dos jovens.

É certo que os jovens, em todo tempo e lugar, geralmente são as principais vítimas, quando não os maiores culpados por tudo o que é desordem. Não é raro ouvir dos adultos a frase: “Estes jovens de hoje…”, como se eles também não tivessem sido jovens um dia e se comportado exatamente segundo o espírito próprio dessa fase, caracterizada por ousadia, sonhos, alegria.

DOAR A PRÓPRIA VIDA - 22º Domingo do Tempo Comum

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Logo depois de professar que Jesus é “o Messias, o Filho do Deus vivo”, Pedro demonstra que ainda não havia compreendido a missão do Mestre. Missão de servo sofredor, de quem vem para assumir as dores da humanidade, para compadecer-se dos sofredores e abrir a todos o caminho da vida plena.

Ao repreender Jesus, Pedro se faz porta-voz de todos os que esperam um messias poderoso e triunfante, que tome o poder dos opressores e restaure com seu exército o reino de Davi.

O caminho de Jesus, porém, não é o caminho do poder e da força bruta. É o caminho do sofrimento e da compaixão, da mudança de mentalidade que leva a entregar a própria vida.

QUEM É JESUS?

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Fora do território judaico, numa região onde não reina a concepção davídica do Messias, Jesus propõe a seus discípulos a questão de sua identidade. A opinião do povo a respeito de Jesus é que ele seria João Batista, Elias, Jeremias ou algum outro profeta. Pedro, em nome do grupo, responde: “Tu és o Messias, o Filho de Deus”. Jesus confirma a resposta de Pedro, proclamando-o feliz e mudando-lhe até mesmo o nome, como sinal da nova missão que terá pela frente.

Versículo do Dia

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